sábado, 18 de agosto de 2007

O Rê estava gentilmente saindo de sua natação na desértica temperatura do alvorecer planaltino, quando foi surpreendido por um adesivo de automóvel. Era um Santana que beirava duas décadas de existência, todo branco e com um enorme adesivo que ocupava todo o vidro traseiro. Da série Jesus, que assola a cultura brasileira, esse foi uma das melhores coisas que já vi. Poético, ético, enaltecedor sem exageros, anti fundamentalista, anti imperialista. Enfim, perfeito. Era assim:





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