terça-feira, 30 de junho de 2009

Em época de imortalidade



Vejam só: Aí vai o mais puro suingue, a mais pura leveza e destreza no skate indoors. Lá vai o Rê, na casa do André, lá em 1993... Nessa época tínhamos a fórmula da invencibilidade, destreza pura em lidar e, superar, qualquer desafio. Desafiávamos as leis e a ordem física das coisas. Rebeldia sem causa? De maneira alguma. Num era tão rebeldia assim, e muito menos, tão sem causa assim. Era meio termo, era comedido, era endurecido pero sin perder la ternura jamás.




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domingo, 28 de junho de 2009

Dias Juninos



Acorda pela manhã com um astral sensacional utilizando toda amplitude de seu sorriso alá "Coringa"



Vai pra Festa Junina da Escola



Participa da pescaria




Da brincadeira com os coleguinhas


Depois... Sonequinha no colo do velho.



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Construindo possibilidades




Em prol da diversidade alimentar, e das construções coletivas, Lararirarará sai às ruas exibindo o slogan de sua mais nova campanha.






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quinta-feira, 25 de junho de 2009

Diárias

Esse já era. Manda o próximo prato. Qual é o Menu?


Banhinho de banheira com sais, amor e carinho pra relaxar.





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quinta-feira, 18 de junho de 2009

Enjoy!!!!!

O som de uma Ferrari? De rouxinóis? O canto das baleias? Do vento nas árvores? Do mar? Da voz do José Carreras?
Muita gente se emociona com diversos sons. O ReJunte se emociona com esse aí ó!!!!





Crica e seja feliz, que nem nós somos!!!

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Em torno dos seis meses

Lararirarará ganhou seu avental familiar aos seis meses de idade. O tal, é costurado há gerações, pela bisavó Guinga! A tradição é proveniente de um defeito genético dos parentes. Estes, ao cozinhar ou mesmo praticar a atividade da refeição, sujam-se muito e mancham todas as roupas. Se a roupa for bonita ou de trabalho, sem dúvidas ela vai manchar mais ainda. Então, inventou-se o avental de corpo todo. Algo similar a um babador tamanho de um ser humano inteiro, ele impede os insistentes gêneros alimentícios de mancharem as roupas da familia.

Nestas, Lararirarará aproveita a linda luz do entartecer outonal de Brasília para se exibir às câmeras.


Seu olhar curioso fica assim, o dia todo... A noite toda.... Non Stop, on line... ufa...

E um dia, Lararirarará ficou sentada. Com isso ampliou sua visão de mundo e a quantidade de coisas que poder ir à boca.






Atenciosamente,

A equipe de produxxxão






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quinta-feira, 4 de junho de 2009

Cogitabundo

Algumas questões filosófico-psicológicas, são discutidas por leigos com maestria. Então, cogitabundo que o Rê está, ele posta a seguinte reflexão.

“(...) A diferença entre um doido e um biruta é que o doido tem a tendência de se achar cordato enquanto que o biruta, sem refletir sistematicamente sobre a coisa, sente que os cordatos são muito sementeira simétrica, relógio suíço, o dois depois do um e antes do três, de maneira que sem emitir juízo, por que um biruta nunca é um bem-pensante ou uma boa consciência ou um juiz de plantão, esse camarada continua seu caminho por baixo da calçada e meio a contrapelo, e vai daí enquanto todo mundo freia o carro quando vê o sinal vermelho, ele pisa no acelerador e Deus te livre.
Para entender um doido convém ser um psiquiatra, mas nunca é o suficiente; para entender um biruta basta o senso de humor. Todo biruta é cronópio, ou seja, o humor substitui grande parte das faculdades mentais que constituem o orgulho de um prof. Ou de um Dr., cuja única saída em caso de falha é a loucura, ao passo que ser biruta não é nenhuma saída, mas uma chegada. Sempre levei muito a sério os birutas porque são o heteróclito nas pautas habituais, a terra do sal, húmus de futuro que se incorpora misteriosamente à substância cristalina constituída pelo cloreto de sódio, de cor normalmente branca e sabor acre característico, que é muito útil para sopa e guisados mas que tem algo de estéril, de entediante, de vale da morte.”

Trecho de “A volta ao dia em 80 mundos” , tomo II, de Julio Cortázar





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