Ainda sobre a viagem que o ReJunte fez à colômbia, sairam algumas dicas no site da Jotatur.
Veja:
http://jotatur.blogspot.com.br/2014/04/colombia-textos-por-renato-bock.html
sexta-feira, 16 de maio de 2014
sábado, 12 de abril de 2014
ReJunte sai por aí
Viajamos por 11 dias e visitamos Cartagena de Índias, Bogotá e
Zipaquirá. O que vimos foram lugares com
muita história pra contar. Cartagena foi o principal porto da América
Espanhola. Foi por onde se esvaiu grande parte do ouro roubado da América do Sul. Foi importante, foi escravagista, resistiu a
ataques de piratas ingleses e criou cenários para Gabriel Garcia Marquez.
Bogotá é uma cidade grande, pujante. O poder central de um país que
ainda debate o narcotráfico como assunto delicadíssimo. Um país do plano Colômbia
onde o exército está por todos os lados e onde a cultura se norteamericaniza
cada dia mais. Bogotá estava em convulsão com o impeachment do prefeito Petro.
Um prefeito com olhar social, um camarada interessante que ousou enfrentar cartéis
de limpeza publica na cidade. Não permaneceu no cargo e as pessoas
mobilizavam-se na praça Bolívar para que ele retornasse à prefeitura. Um
movimento articulado pelo M-19. Movimento conhecido por ter invadido o
ministério da justiça em 1985 para impedir a votação da lei que permitiria extradição
dos narcotraficantes presos. (entre eles, o Pablo Escobar). Neste episódio o exército invade o prédio com
tanques e mata quem vê pela frente. E pra piorar, pessoas que foram
fotografadas saindo vivas do prédio alguns dias depois, sumiram sumariamente. Até
hoje não há pistas.
História pujante e latente que é uma ferida aberta para estes
colombianos dos Andes.
Um lugar onde a história oficial está estampada em 25 tabletas de mármore por toda a praça bolívar, como que mostrando aos que alí circulam não só os fatos que construíram o país como também à quem pertence esta história.
Falando em história, Zipaquirá (Zipa era um líder indígena que iniciou a
mineração na região) é uma cidade de mais de 400 anos que agrega uma mina de
sal ativa que tem uma catedral de sal esculpida dentro dela. Lugar muito
interessante.
Em todos estes lugares vimos um país de fortes contrastes, até mesmo
considerando os 44º C da costa Caribenha e os 5º C que pegamos em Bogotá. Um
país com uma elite americanizada, consumidora e pujante que também congrega uma
pobreza profunda por todos os lados que se olhe. Um país que já foi dos mais
perigosos do mundo e que fez reabrir o escritório do Alto Comissariado da ONU
para Refugiados no Brasil, tem pelas FARC um sentimento esquisito, um incômodo
de um movimento de guerrilha que num certo sentido representa muitos dos princípios
que se defendem em todo país. Ao mesmo tempo, sua criminalização e suas
atitudes de guerra engasgam o orgulho colombiano.
quinta-feira, 6 de março de 2014
Carnaval Candango 2014
Bem. Ainda não temos fotos das férias. Nossa comissão julgadora está selecionando entre as 1600 fotos disponíveis quais serão disponibilizadas para o público. No entanto, tem carnaval. Serve?
Foram 4 dias de Folia e muito amor aqui em paragens Cerratenses!
veja com a gente em:
Fotos
quinta-feira, 28 de novembro de 2013
Lararirarará completa os 5 anos!
Sabe aqueles posts que dizem assim: Vc chegou e mudou minha vida. Trouxe alegria e um outro sentido à existência. Transformou prioridades, reensinou a enxergar o mundo. Bagunçou minha casa, meus horários, roubou meu controle remoto e lambuzou o vidro do carro com sorvete de morango? Pois é. Este é um post desses. Embotado de tooooda a pieguice e tooodo o carinho e amor que o momento merece. Parabéns Lararirarará pelos seus 5 anos!!!
Aqui vão alguns flashes da balada que completou o 5º ano de existência da nossa primogênita!
Linque!!!
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terça-feira, 29 de outubro de 2013
Diálogos Improváveis para bodas reais
- Parabéns Amor!!! Hoje cumprimos
8 anos de casados!! Isso sem contar os outros 7 de namoro né?
- Sim! Parabéns!
Beijinhos entrepassados por
crianças gritando, a Dora na televisão e causas mundanas.
No café da manhã, mascando um pão
de fubá (home-machine made claro!):
- Adorei o presente mô! Lindo!!!
Desenho anatômico, super eficiente, da cor que mais gosto!
- O teu também. Gostei muito. Vc me
deu os mais duráveis que existe! Da marca que eu pedi! Valeu!! Tudo o que eu
queria! São sensacionais! Performance de lince! Tomara não criem bolhas como os
outros né?
- Sim! Me garantiram que estes
são mais resistentes ao calor do Cerrado Central.
- Ótimo!
- Os meus, junto com os seus nos
levarão longe! E o melhor de tudo é que nos permitirão ir juntos sempre!
Presente de casamento de casal
maduro é assim! Sincronia total! Um é sempre complementar ao do outro, e, no
nosso caso, são presentes que nos ReJuntam ainda mais e sempre! É presente pra
nos causar aderência, pra nos dar estabilidade, pra nos levar longe em nossos
sonhos conjuntos.
- E quando vamos instalá-los?
Vamos fazer isso juntos? Vc leva seu par e eu levo o meu?
- Claro! A ideia é essa mesmo.
Vamo junto!
E assim vão, felizes e contentes
fazer geometria, alinhamento e balanceamento.
Pois não pense vc que trocar este
tipo de aparato no aniversário de casamento é pouca coisa viu? Eles são o
primeiro passo para viabilizar um futuro conjunto, mutuo, feliz e ReJuntado.
Segue comigo:
Casais que permanecem juntos e
viáveis tem projetos comuns. Um dos projetos comuns do ReJunte é viajar,
conhecer, descobrir. Em Janeiro de 2014 viajaremos para um lugar que estivemos
planejando durante anos a fio mas sem que as condições de viabilidade estivessem
presentes. Então agora, para não incorrermos nos mesmos problemas de outros
anos, trabalhamos as condições prévias, as premissas do projeto. Acertamos a
agenda, averiguamos a possibilidade de datas, compramos as passagens e
reservamos hotel.
Aí, fechamos com os avós para
ficarem com as crianças e recebemos apoio dos amigos que tem fé no ReJunte.
Nosso voo sai de São Paulo. Antes
disso, passaremos as natalidades na grande megalópole. Então, a ideia é sair
daqui de Brasília rumo a SP, fazer festa, deixar as crianças e seguir a viagem
ReJuntiana.
Dessa vez, para conseguirmos
cumprir com a agenda, para poder economizar um troco - já que gastaremos com
viagem aérea - e para que as crianças tenham noção da distância entre Brasília
e São Paulo (aliás, isso poderia ser tema de um estudo mais aprofundado: As
diferenças nas concepções de distância entre as gerações: O caso da
popularização das viagens à jato) faremos o percurso de carro.
Para percorrermos 1200 km em um
carro lotado e tocando músicas infantis, precisamos estar tranquilos e seguros
para poder cantar. Desta forma, precisamos fazer um revisão automobilística
geral não é mesmo? Nesta revisão muitos itens serão checados mas um deles já
estará sanado!
Então, não pense vc que ganhar
Pneus de aniversário de casamento é uma coisa absurda, ou que não tem
romantismo nenhum. Ele é o símbolo do calço, da viabilização do momento a dois
que um casal com filhos pequenos tanto almeja!
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sexta-feira, 4 de outubro de 2013
Reverberando manifestações.
Desde Junho temos vivido
manifestações diárias e difusas. Na semana de 30/09 a 05/10/2013, por exemplo,
cerca de 1500 indígenas estão acampados na Esplanada dos ministérios em
Brasília. Estão agrupados para celebrar a constituição de 1988 e evitar sua
morte, caso sejam aprovadas emendas como a PEC 215/2000 e o PLP 227/2012.
Manifestações esparsas e
desideologizadas, talvez até impregnadas de uma falta de sentido ou de um
descolamento da visão sistêmica. Manifestações de grupos privatizados com
pautas específicas e falta de uma coesão ideológica que nos agregue a todos. Desunião
conservadora, elitizada e afastada dos tratos populares. Uns falam em redução
das tarifas dos ônibus urbanos, outros contra a corrupção, pelos direitos dos
homoafetivos, contra a PEC37, por plano de carreira dos professores, por
reforma política, contra o programa mais médicos, entre tantas outras pautas iconizadas
pela desagregação típica da pós modernidade.
Ora, esta visão é simplista e ela
sim, desagregadora. A partir da década de 1960 na América Latina viu-se
marciais à frente dos poderes nacionais e uma massa de militantes contra a
ideologia dominante. Nesta data, nem tão querida, havia “lado”. Havia direita,
havia esquerda, havia conservadores militares e havia progressistas. Havia EUA
e URSS, havia cabelinho bem cortado e havia os revoltos compridos, e tantas
outras opções claramente dicotômicas a serem feitas.
Não importando a vontade ou a
afeição de cada opção, realidade é que cada uma das sensações era passional e
as opções maniqueístas eram permeadas por uma ideologia e um conjunto de
valores dominantes. Optar contra a ditadura significava, imediatamente, aderir
à ideologia da “esquerda”, unir-se à vermelhidão soviética, às vestes hippies e
a gostar de Violeta Parra e Victor Jara.
Essa ideologia da esquerda proveio
de manuais da época da revolução industrial, de outubro de 1917 e Maio de 1968.
Em uma dessas obras, uma das percepções mais interessantes era a de que a
superestrutura política e as relações sociais emanavam das relações diárias de
produção. Era de “O Capital” do Prussiano Karl Heinrich Marx a
concepção de que as relações diárias, corriqueiras, do âmbito da produção
cooperavam para conceber o traço da ideologia e, a partir delas,
constituir-se-ia os princípios do que se tornaria sistêmico. Era das conversas
entre trabalhadores oprimidos na linha de produção que erigir-se-iam as ideias
que conformariam uma ideologia, que cooperaria para formar a superestrutura política
de governo e, assim, o sistema social se estabeleceria.
Dizia ele eu
seu livro: “(...) na produção social da
própria vida, os homens contraem relações determinadas, necessárias e
independentes de sua vontade, relações de produção estas que correspondem
a uma etapa determinada de desenvolvimento de suas forças
produtivas materiais. A totalidade destas relações de produção forma a
estrutura econômica da sociedade, a base real sobre a qual se levanta uma
superestrutura jurídica e política, e á qual correspondem formas
sociais determinadas de consciência. O modo de produção da vida material
condiciona o processo em geral da vida social, político e espiritual. “
Ora, outra vez. Nas ultimas
décadas do século XX os movimentos eram calcados na ideologia para poder mudar
a orientação social. Fazia-se a opção ideológica e, baseado nela,
encaminhavam-se as pautas práticas. No
século XXI, após a constatação de que o sistema social avançou menos do que se
esperava no século anterior, toma-se uma nova atitude. Inverte-se a lógica. Pautas
práticas, específicas, esparsas, corriqueiras, menos ambiciosas tomam o lugar
das grandes questões assim como conversas minimalistas no ambiente laboral.
Lembra que
destas relações minimalistas, práticas, pequenas, no ambiente de trabalho, no
trato diário, é que se erige a superestrutura política de onde emanam os
aparelhos de governança que fortalecem a visão sistêmica e a conduzem para
transformar-se em Sistema Social Vigente? Assim, as manifestações esparsas,
minimalistas, pragmáticas, pequenas, pintam-se de relações diárias, de relações
de produção para que, quando atendidas, façam erigir sobre si um aparato
político social que, por fim, e respeitando o processo histórico, amparem
transformações sistêmicas mudando o Sistema Social Vigente. É só uma diferença
de método: Em 1960 nos alinhávamos ideologicamente para depois aplacarmos as
atividades que refletissem esta ideologia. Agora, enfatizamos as atividades
para depois erigirmos sobre ela a ideologia.
Disse o barbudo outra vez: Não é a
consciência dos homens que determina o seu ser, mas, ao contrário, é o seu
ser social que determina sua consciência. Em certa etapa do seu
desenvolvimento, as forças produtivas materiais da sociedade entram em
contradição com as relações de produção existentes.
Sobrevém
então uma época de revolução social. Com a transformação da base econômica,
toda a enorme superestrutura se transforma.”
Mas péra: Essa visão das pautas
diárias, das relações de produção, erigindo sobre si uma superestrutura
política que tece o sistema social não é calcada nas letras do livro “O Capital” do Barbudo que serviu de Manual
para a ideologia da esquerda? Pois então, onde está a privatização conservadora
e direitista do momento?
Seguimos manifestando. Estamos fazendo
nossas relações de produção. À frente veremos a superestrutura que estamos
gestando.
Renato Bock
quinta-feira, 22 de agosto de 2013
Ainda sobre as Férias
E eles voltaram das férias dizendo que o cachorro da D. Nelça chama-se "Snoop Dogg". Algum tempo depois de Snoop Dogg pra cá, Snoop Dogg pra lá, apresentamos a música pra eles.
Neste momento só querem ouvir esta. Ela é Explicit Lyrics e tem parental adisory, mas como é em inglês, let's wave them mutherfuckers like you just don't care!
Aí, como o Tô também estava na chácara, quiseram compartilhar com ele mais este novo petardo.
Então vai!!!!
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quarta-feira, 31 de julho de 2013
Ah, as férias
Bem. As férias. Estas são um período de catarse, uma fase de encantamento, de riso frouxo de atividades intensas; de vós, de vôs, de primos, e amigos. Período que será lembrado durante a vida toda como fases de grandes descobertas e aventuras. Todo mundo tem uma história que começa assim: "Quando eu passava férias lá em.....". E isso requer construção histórica e repetição. Ninguém se aprofunda no aprendizado e no prazer se não pratica o mesmo tipo de férias por algumas vezes. Pode ser uma repetição de jeito, ou uma repetição de lugar, tanto faz.
Para nós, aqui de Brasília, um período de silêncio, de alguns vazios, de rapsódia e de preparação para o semestre seguinte. Chegamos até a discutir sobre a relação! E não tomamos isso como algo negativo não. De jeito algum. Pelo contrário, isso foi bom. afinal, há quanto tempo não praticávamos a atividade política primordial da parceria? Fazia tempo viu? Encontrar motivo para discutir e eles não sendo problemas administrativos e logísticos da corporação familiar é muito legal viu?
E depois de tanto silêncio do lado de cá e algazarra do lado de lá, estamos todos com a carga da bateria no talo para encararmos mais seis meses. As crianças retornam falantes, cheias de histórias, de aventuras, amadurecidas. A gente, com paciência renovada e com o coração aberto a descobrir novas coisas com eles. Lararirarará retorna grande, sossegada, falando sobre o céu, a Lua, os bichos e seu funcionamento. Caio aproveita pra crescer um pouco mais e reforçar sua alcunha de "Ipê" - aquele que perto das outras madeiras é igual, mas na hora que você o tira do chão percebe que é muuuuito mais denso. Seus carrinhos e suas motos agora tem nomes, modelos, marcas. "Cao coída", é" cao coída" papai, num é "Uca". Traz vocábulos novos e emprega direitinho o "méda palíu". concluímos que seja "merda, puta que pariu". De tão direitinho que emprega fica difícil não rir e repreender...
E por assim vamos, nos redescobrindo e nos amando traveis. O ReJunte Lá e Cá segue para mais um semestre.
Para ver um pouquinho da catarse da turma lá em SP, clique no Link. Sobre a nossa rapsódia daqui, ela foi tão silenciosa e densa que não houve imagem para reproduzi-la.
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sábado, 8 de junho de 2013
Aos 2 Anos
Depois de dois anos aqui com a gente, nosso membro mais parrudo, mais bem servido, e mais fofo mandou uma comemoração deliciosa. Recebeu os chegados para um Parabénzavocê. No convescote tiveram participação fundamental, além dos mano e das mina, a POUA, o IFE, a UFA, a ÉTE, o UCA e o PUA. Teve DÁPU também, mas só para os mais intrépidos. Clica ali pra ver uma pequena reunião de algumas imagens feitas no evento. Contamos com diversos fotógrafos e Ângulos!
Lista de Acrônimos:
POUA - Papoula - Égua de sua preferência
IFE - Patife - Cavalo do Ernesto
UFA - Pantufa - Égua da Lara que ficou brava
ÉTE - Charrete do vovô
UCA - Fusca do Papai e da Mamãe
PUA - Pula-Pula - Famosa Cama Elástica
DAPÚ - Dar Pulo. Refere-se à atividades na piscina.
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terça-feira, 23 de abril de 2013
Dias de 53º aniversário
Por estes dias, mais precisamente dia 21 de Abril, Brasília fez 53 anos. E a gente foi conferir. Fomos trocar livros e ver os balões na esplanada. Veja algumas imagens aqui no link
LINK
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