terça-feira, 17 de abril de 2012

Recentemente


Aqui vai uma foto oficial da família. Nunca antes na história desse blog nosso serviço de paparazzis conseguiu fornecer material tão completo e sorridente.

Bjs


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sábado, 31 de março de 2012

Aos Queridos Lá e Cá


Pois é meus filhos. Papai e mamãe também já foram miúdos. Aqui há provas contundentes do fato. Já estivemos nos arrastando pelo chão e fazendo obras de arte como as que vocês, ora realizam. Conforme registro fotográfico (em película, que depois explicamos o que era) as masterpieces podiam ser feitas em qualquer hora e lugar. Nessa época também já se podia falar tranquilamente ao telefone enquanto fazia-se força. Tá certo que o telefone tinha um certo fio em forma de fusilli. (também explicamos como funcionava depois tá?). Notem que o aparato é aquele mesmo usado para salvar herois em um filme que vocês tanto gostam. (a saber: Vide Toy story).
Além disso, pode-se averiguar que os traços contidos nas fuças dos fotografados lembram, ligeiramente, os traços uploaded para as caras de vocês.
Ao fim desta viagem secular, podem nos procurar para mais informações. Estaremos a toda hora, e para sempre a fim de mostrar-lhes esta construção sócio histórica que culminou em sua existência.
Entre esses registros e o nascimento de vocês há alguns fatos importantes e um mundo em transformação de, ao menos, 25 anos. 

Um beijão,

Re e Ju - nte - Papai e mamãe.



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sábado, 24 de março de 2012

Trecho do ReJunte Lá e Cá para a Candangolândia















Aqui vão os versinhos que levamos para a aula de muzga da Lara. Lá, eles foram musicados pela professora Célia e pelo apoio vocal da Vó Miriam.



De pais paulistanos Lara nasceu no cerrado
E é por aqui que tem andado
Gosta  do clima e de seu Estado
Lara é daqui e não tem errado

Seu irmão também se fez candango
É o Caio que veio mandando
Um menino gorducho
Que tá babando

Curtem os parques e as cachoeiras
Gostam da natureza e de algumas besteiras
São crianças alegres e  muito matreiras

São filhos de Renato e Julia
Paulistanos de jeito,passo e alcunha

Gente que veio pra cá conhecer pequi
Comer codorna e caqui
Pessoal atlântico pra permanecer por aqui
Gente que ama o cerrado
E que já tem aqui o seu estado



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sábado, 25 de fevereiro de 2012

Carnavália!














Nesta edição carnavalesca o ReJunte Lá e Cá na Candangolândia recebeu amigos de samba, quer dizer, de sampa. Então a turma do Funil uniu-se a outros foliões e arrepiou pelas ruas, clubes, caminhadas, cachoeiras e Matusquela's house. Fomos ao Bloco Tesourinha, Fomos ao clube do congresso, fomos à Cachoeira do Itiquira (2ª maior queda do Brasiu-iu-iu!) fomos à morada-clube dos Matusquelas e nos divertimos à vera. Regado a muito suco de caixinha, veja como se desenrolaram os eventos em:

Fotos




Beijos

quarta-feira, 18 de janeiro de 2012

Férias ReJuntianas 2011/12



E teve férias pra todo lado. Foi praia, foi chácara, foi papai noel, foi de um tudo. A Família penhorada circulou pelo estado paulista para refrescar as ideias e começar 2012 com energias reloaded. A molecada fez estrepolias à vera com os primos e amigos em diferentes paisagens cheias de cor e diversão.
Sem muito mais, vamos às imagens que valem por todas as palavras.





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segunda-feira, 2 de janeiro de 2012

lat. Speciális

Por Renato Bock

Cá venho para manifestar minha insatisfação com a qualidade Especial. Segundo o Huaiss, a especialidade se dá quando estamos fora do comum. Ora, aos meus olhos comuns, essa tal qualidade me dá gosto de quero mais. Não por sua versão positiva e culinária. “Ah, esse quitute está especial! Quero mais!”. Mas sim pela falta de qualidade científica e pouco qualificante de um adjetivo. Nem ao menos gênero ele assume!


O especial me diz muito pouco e por isso me incomoda. Ele está tão próximo do dizer nada que interrompe e encerra discussões que teriam potencial de ir muito mais longe. A situação econômica global é crítica e problemática, para uns. Para outros, a situação econômica global é a oportunidade de nova configuração do sistema estabelecido. Para o grupo dos encerradores, a situação econômica global é especial, e ponto! Encerra-se tão grávida discussão.


Ser especial não é bom, não é ruim, não respeita credo e nem tem posição política. Especial não escolhe time de futebol, apesar de cada time ser especial para seus torcedores. 


Ser especial para alguém é ser uma reunião de qualidades que não se sabe bem quais são. Ser bonito, gostoso, inteligente, carinhoso, abastado, podem estar impregnados no seu especial. No entanto, o tal especial, por preguiça de raciocinar, por pouca vontade de tecer e formular, encerra tudo em uma palavrinha joker. 


Alguns momentos carregam a tarja de especial. Ontem foi especial. Esse ano então, vai ser especial. A festa é especial. Outra vez vem a vontade de manjar mais qualificações. Especial por quê? Especial de que? Em que sentido acha-se fora do comum? Do padrão? Pra que? Por quê? 


656 milhões de coisas são especiais no Google. Será que são mesmo tão especiais, ainda que se considere economicamente a raridade de um bem a fonte de sua especialidade? Estar especial no mundo do mérito é se afastar da multidão calada, é sonho para sucesso, é sucesso para sonho, é plano de carreira. 


No mundo do occupy everything grita-se contra o especial. Valoriza-se o comum, o de todo mundo, o para todo mundo, o foco na maioria e não na exceção da regra.


Na cidade da gente diferenciada, o especial se faz paradigma. O espAcial é do privado, do mérito, da exploração, do especial. A diferença está na gente, no nosso ser. Ser especial em algo, para alguém, de alguém ou em qualquer coisa é o que te faz diferente da massa e o que te faz não se deprimir. Quem não se sente nada especial encontra-se socialmente deprimido. É preciso sair-se em algo!


Por isso tudo e desde já, lanço-me em campanha: Troque seu Especial por um adjetivo órfão!


Assim encerro este texto, para mim, tão especial... Quer dizer: Importante!





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segunda-feira, 26 de dezembro de 2011

Na Noruega distante, aprendi uma canção!

Aqui uma apresentação noturna de Larararirarará para "Na Noruega distante". Tradução de Dona Gunda.






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sexta-feira, 9 de dezembro de 2011

PinduriCaio passou a falar!

PinduriCaio tem passado a falar. Pronuncia-se com eloquência e clareza. Curta com a gente esse videozinho cheio de significados, sentidos e baba...





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terça-feira, 6 de dezembro de 2011

René!!

Lararirarará passou o ultimo domingo balbuciando algo que soava como uma sequência de Ceagás (CHs). Mais precisamente 4 Ceagás. Ficava assim. Ch-Ch-Ch-Ch. Não era X, era CH!! O ReJunte não deu lá muita bola pois, afinal das contas, ela cantarola o dia todo! Era mais uma experimentação sonora de um dia que foi repleto delas.
À noite, comendo na cozinha, o pai prestou mais atenção aos sons. Achou interessante e um tanto divertido. A infante repetiu a sonoridade com mais entusiasmo e eloquência. Mais ritmo foi adicionado ao som. O pai, em sua cabeça associou o som e o ritmo a uma musica que gosta muito mas que não poderia estar no cantarolar da filha. Música antiga, de cantor antigo, em inglês...
Em todo caso, perguntou à filha: O que é isso que vc tá cantando filha? Ela disse que não sabia. Que somente cantava. O pai insistiu e contou que tinha uma música que tinha sonoridade muito parecida e que ele gostava muito dessa musica. Então, decidiu colocar ela pra tocar no Youtube. Enquanto ouvia, gratificado por a filha te-lo feito lembrar tal clássico, ela se aproximou e disse: É essa papai!!!
Não podia ser. Não havia sentido Lararirarará, apesar de musical, conhecer uma musica como essa. 
O mistério foi solucionado brevemente. Após ouvir a versão que o pai amava, ela lembrou que é uma muzga do Shrek2. Aì foi fácil. Foi colocar o nome da muzga do pai no Google e ele confirmou! A muzga do pai estava encrustada em uma peça da Disney.

Desde então, é uma curtição só! Pai e filha ouvem sem parar o que ela chama de "Ch-ch-ch-ch-changes, Tio René!"

 Versão Filha.



Versão Pai.







domingo, 4 de dezembro de 2011

ReJunClipe!!!

Nesse domingo Lararirarará aperfeiçoou sua técnica no seu esporte radical preferido atualmente: Descida da Asa Norte pelo Eixão com seu Pa-TÔ-nete. 
O veículo, trazido pelo primo - TÔ - e dado pelos avós tem fabricação Suiça e é a sensação da descida de 8 km do eixão Norte.
Munidos de uma câmera na mão e capacete na cabeça seguimos para o local do evento onde produzimos a peça cinematográfica ReJuntiana aí em baixo. Curta com a gente!!!!



Falô!!!!???