quarta-feira, 18 de fevereiro de 2009

Bloco "mamãe eu quero mamá!"


Diretamente da Chácara, sai o bloco "mamãe eu quero mamá"!!!

Na foto acima, os componentes já estão fantasiados para a estréia. Os carnavalescos os seguram com destreza e experiência de muuuuuuuitos carnavais.







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sábado, 14 de fevereiro de 2009

Pra quem fica

(...) e se vão os choros, as cólicas e o maldito refluxo. Se vão as ranhetisses, a manha e toda sua interpretação. Se vão as caretas, se vão espremedeiras. Se vão as expressões de angústia, as testas enrugadas. Se vão a incerteza e a inexperiência, se vão as mãozinhas que te apertam no choro, se vão os primeiros olhares, se vão as risadas ainda tímidas. Se vai a gengiva debutante, as pernas frenéticas e as mãos descontroladas. Se vão os ruídos, grunhidos, e estampidos. Se vai a imaginação, se vai a razão e o coração. Vão o cheirinho, vai o algodão. Sai todo o sentido e fica o silêncio e a comichão. Se vai o colorido. Vão todos num só “então”. Lararirarará foi viajar (...)

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domingo, 1 de fevereiro de 2009

Carta Aberta aos avós



A Vó Ana e o Vô Silvio vieram passar uns dias comigo. Me diverti muito. Foram passeios na pracinha, banhos de sol, banhos de Maizena, bailes e mais bailes. Foi sansacional!!!! Aprovei!!! Podem voltar mais vezes. Prometo que tomo conta de vocês!!!!


Beijinhos Lararirarará



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sexta-feira, 30 de janeiro de 2009

O que dizer né minha gente?








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PS - Essa boquinha do Coringa merecia um Oscar vai??


As palavras são boas.
As palavras são más.
As palavras ofendem.
As palavras pedem desculpa.
As palavras queimam.
As palavras acariciam.
As palavras são dadas, trocadas, oferecidas, vendidas e inventadas.
As palavras estão ausentes.
Algumas palavras sugam-nos, não nos largam:
são como carraças: vêm nos livros, nos jornais,
nos slogans publicitários, nas legendas dos filmes,
nas cartas e nos cartazes.
As palavras aconselham, sugerem, insinuam,
ordenam, impõem, segregam, eliminam.
São melífluas ou azedas.
O mundo gira sobre palavras lubrificadas
com óleo de paciência.
Os cérebros estão cheios de palavras que vivem
em boa paz com as suas contrárias e inimigas.
Por isso as pessoas fazem o contrário do que pensam,
julgando pensar o que fazem.
Há muitas palavras."
José Saramago




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